JÚRI

 

BERE BAHIA
Como cineclubista, na década de 80 foi uma das fundadoras do Cineclube 3X4 da UDF (Universidade do Distrito Federal), e presidente do Cineclube Gavião do Cruzeiro, vice-presidente da ABD/DF (atual ABCV). De 1985 a 1999 trabalhou na Embrafilme, Fundação do Cinema Brasileiro, Ibac (Instituto Brasileiro de Arte e Cultura) e Funarte, como programadora de filmes. Participou de Júris Oficiais nos festivais de Brasília, Fortaleza e Amapá.Como pesquisadora de cinema brasileiro, entre 1995 e 2013 publicou: O Olhar da Igreja (filmes premiados com a Margarida de Prata/CNBB), 100 Anos de Cinema, 30 Anos de Cinema e Festival - A História do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, Luz, Câmara, Mesa e Ação: O Cinema Brasileiro na Cozinha, Brasília 5.2 - Cinema e Memória entre outros. O cinema e a cozinha são suas paixões confessas. Por dois anos Bere Bahia fez parte do juri da Jornada Internacional de Cinema da Bahia.

JOSÉ GERALDO COUTO
Crítico de cinema, jornalista e tradutor, trabalhou durante mais de vinte anos na Folha de S. Paulo e durante três na revista Set. Publicou, entre outros livros, André Breton, Brasil: Anos 60 e Futebol brasileiro hoje, e participou com artigos e ensaios dos livros O cinema dos anos 80, Folha conta 100 anos de cinema e Os filmes que sonhamos. Ministra cursos livres relacionados à história do cinema e mantém uma coluna de cinema no blog do Instituto Moreira Salles.

JOÃO LANARI
Professor do Departamento de Audiovisual da Faculdade de Comunicação da Universidade de Brasília (UnB) desde 1982, onde lecionou, entre outras, História do Cinema, Argumento e Roteiro, Cinema e Literatura. Publicou “Proteção do Patrimônio na UNESCO: ações e significados (Ed. UNESCO, 2003)”, “Cinema Japonês – Filmes, diretores, histórias (Ed. Giostri, 2016)” e Artigos sobre cinema e cultura para: Correio Braziliense, Jornal de Brasília, Filme Cultura (Embrafilme), revista Cinemais, revista Vozes de Cultura, revista Humanidades (Unb), Sinopse (ECA/USP), revista Devires (UFMG).

MIGUEL ROCCA
Produtor, diretor e professor universitário. Há 25 anos fundou o “Pensa & Rocca produção de filmes” com o qual ele produziu mais de 25 longas-metragens, incluindo “La Aventuras de Dios”, “Lifting de Corazón”, “No mires para abajo”, y “Rehén de Ilusiones” dirigido pelo renomado diretor argentino Eliseo Subiela. Dentre outros filmes, Miguel também produziu “Aparecidos”, “Carne de Neón”, “Colonia”, “Caídos del mapa”, “Mi mundial”, “Amor en tránsito”, “Mi mejor amigo” filme que deu a ele um prêmio no Festival de Cannes. Como diretor e roteirista fez três filmes, “Arizona Sur” (2005), “La mala verdad” (2011) y “Maracaibo” (2017) com o qual ele ganhou prêmios em festivais em Málaga, Montreal, Huelva, Trieste, Catalunha e Milão. Há 23 anos ele trabalha como professor de roteiro na Universidade de Buenos Aires e como diretor da Escola de Cinema Profissional “Eliseo Subiela”.

PALOMA ROCHA
Em 1980 Paloma Rocha começou como atriz teatral e de cinema, com o filme A Idade da Terra, dirigido por Glauber Rocha. Realizou diversos documentários sobre personalidades brasileiras e ensaios poéticos em vídeo. Entre 1994 e 2002 foi Assistente de Direção da TV Globo. Como Presidente da Associação dos Amigos do Tempo Glauber empreendeu ações de preservação e formação audiovisual, além da difusão do acervo restaurado do cineasta, no Brasil e exterior. Dirigiu e produziu Anabazys, com World Première no Festival de Veneza em 2007. Na “Paloma Cinematográfica” atua na criação de projetos de preservação de acervos audiovisuais e produção e direção de documentários já premiados como “Olho Nú”, sobre Ney Matogrsso. Participou da curadoria de diversas mostras cinematográficas, exposições e júris de festival de cinema. Entre 2017 e 2018, produziu e dirigiu a série Antena da Raça 26 para a Cine Brasil TV.

 

JÚRI DA CRÍTICA JOSÉ CARLOS AVELLAR

CECÍLIA BARROSO
Jornalista e crítica de cinema, Cecília é editora e redatora do site Cenas de Cinema e faz parte do conselho editorial da revista Lume Scope. Participou da comissão de seleção do 7º Curta Brasília e é a curadora internacional do Filmaê - Festival de Cinema Móvel de Brasília. Faz parte da Associação Brasileira de Críticos de Cinema – Abraccine e das Elviras – Coletivo de Mulheres Críticas de Cinema.

CELSO PIRES ARAUJO
Jornalista da área cultural em jornais e outras mídias em Brasília desde 1976. Escreveu críticas de teatro no Correio Braziliense e Jornal de Brasília. Realizou programas de música brasileira na Rádio Cultura e a reportagem de eventos de arte. Publicou, pela editora ITS, os livros: Pierre Recroix – arte em feitio de oração; Este Expedito – escultura e esperança e A Cidade Teatralizada. Cobriu edições do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro para vários veículos, tendo escrito catálogos, compêndio histórico e suplementos. Atualmente é repórter e comentarista na Rádio Cultura FM.

RICARDO DAEHN
Formado pelo UniCeub, é repórter e crítico de cinema do jornal Correio Braziliense, há 21 anos. Na plateia do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, desde 1988; nove anos depois, passou a atuar na cobertura diária do evento. Acompanhou várias edições de mostras e festivais, entre os quais o Cine PE, Tiradentes, Festival do Rio, Festival de Gramado, Mostra de SP e Festival Varilux (RJ). Integrou o júri da crítica do 42º Festival de Gramado e o corpo de votantes de prêmios do Canal Brasil. Em âmbito internacional, esteve no Brazilian Internacional Film Festival of New York, em cobertura para o jornal; mesmo caso do ocorrido com o Festival Internacional de Cinema de Gotemburgo (Suécia). É integrante da Abraccine (Associação Brasileira de Críticos de Cinema).

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